O mal de Alzheimer acomete muitos de nossos idosos e, infelizmente, ainda não foi descoberto a cura para a doença, porém a medicina avançada já permite que o paciente tenha uma sobrevida maior e uma melhor qualidade de vida, mesmo que seja na fase mais grave da doença.

O tratamento feito tem por objetivo amenizar os sintomas e estabilizar ou reduzir o progresso da doença, mantendo o idoso ativo em suas atividades diárias por mais tempo. É feito o uso de medicamentos que devem ser combinados com uma dieta rica em vitamina C, E e ômega 3, além de fazer fisioterapia e terapia ocupacional.

A medicação indicada atua diretamente em cada instabilidade do paciente:

Antipsicótico: Equilibra o comportamento, evitando agitação, delírios e alucinações.

Ansiolítico: Controla a ansiedade e ajuda a dormir.

Antidepressivos: Ameniza a alteração de humor e emoções.

Já a fisioterapia deve ser feita para reduzir as limitações físicas, sendo composta por exercícios de fácil execução e compreensão, sendo útil para:

- Fortalecer os músculos;

- Melhorar a coordenação, equilíbrio e a flexibilidade;

- Prevenir quedas e faturas;

- Evitar o surgimento de escaras;

- Evitar dores musculares e nas articulações;

- Aumentar os movimentos peristálticos do intestino para auxiliar na eliminação das fezes.

O quanto antes o tratamento for iniciado, melhor será a qualidade de vida do paciente. Além do uso de medicamentos e fisioterapia, há o tratamento alternativo que inclui psicoterapia e terapia ocupacional, que possuem como objetivo manter o cérebro ativo, estimulando a memória e auxiliando nas atividades.