Com os padrões de belezas impostos hoje em dia pela sociedade e mídia, as garotas buscam ficar cada vez mais magras e os homens cada vez mais fortes e musculosos. O problema maior do que não se aceitar como é, é o fato de que eles cometem loucuras para atingir os objetivos esperados: elas param de comer e eles exageram na academia.

Como sabemos que tudo em excesso é prejudicial, o corpo e a mente só saem perdendo com esses exageros, trazendo inúmeros prejuízos à saúde.

No caso feminino é comum o desenvolvimento de distúrbios alimentares, como anorexia e bulimia, mas hoje vamos falar sobre o exagero de atividade física praticada, mais comumente, pelos homens. O overtraining, como é chamado o diagnóstico de excesso de atividade, é definido quando a pessoa apresenta baixo nível de rendimento, mesmo treinando pesado.

A prática excessiva de exercícios pode ocasionar lesões, pois as articulações e os ligamentos não descansam e o esforço pode provocar fraturas e fissuras. O primeiro sinal de overtraining é a falta de rendimento, podendo ser seguido do aumento da pressão arterial e dos batimentos cardíacos, insônia, irritabilidade e queda do sistema imunológico.

Existem dois tipos de overtraining, eles são:

Parassimpaticotônica:É caracterizado pela fraqueza física e a falta de atividade motora. Quando o atleta está em repouso pode não apresentar sintomas, mas os mesmo podem aparecer repentinamente.

Simpaticotônio:O atleta se sente doente e há vários sinais e sintomas como: anorexia, perda de peso corporal, sudorese, dores de cabeça, falta de energia, aumento de frequência cardíaca e da pressão arterial, irritabilidade, insônia, inapetência, falta de concentração e arritmias.

Para contornar as lesões causadas pelo excesso de exercícios o único jeito é repousar e parar com todas as atividades até estar totalmente recuperado. Já para prevenir as lesões, deve-se respeitar o descanso de 24 horas após a prática intensa de exercício e manter uma dieta balanceada.