Os exercícios físicos são excelentes para o bom funcionamento do corpo, porém quando é praticado em excesso pode causar danos à saúde.

Esse exagero de atividade física é conhecido por overtraining, definido quando a pessoa apresenta baixo nível de rendimento, mesmo treinando pesado. Antigamente essa síndrome era comum em atletas profissionais, porém hoje em dia é possível encontrar em pessoas de diferentes sexo, idade e atividade profissional.

A prática excessiva de exercícios pode ocasionar lesões, pois as articulações e os ligamentos não descansam e o esforço pode provocar fraturas e fissuras. O primeiro sinal de overtraining é a falta de rendimento, podendo ser seguido do aumento da pressão arterial e dos batimentos cardíacos, insônia, irritabilidade e queda do sistema imunológico.

Existem dois tipos de overtraining, eles são:

Parassimpaticotônica: É caracterizado pela fraqueza física e a falta de atividade motora. Quando o atleta está em repouso pode não apresentar sintomas, mas os mesmo podem aparecer repentinamente. Esse tipo afeta principalmente atletas focados em esportes aeróbicos e já mais velhos.

Simpaticotônio: O atleta se sente doente e há vários sinais e sintomas como: anorexia, perda de peso corporal, sudorese, dores de cabeça, falta de energia, aumento de frequência cardíaca e da pressão arterial, irritabilidade, insônia, inapetência, falta de concentração e arritmias. É comum em jovens atletas de esportes que envolvem velocidade, força e potência.

Para contornar as lesões causadas pelo excesso de exercícios o único jeito é repousar e parar com todas as atividades até estar totalmente recuperado. Já para prevenir as lesões, deve-se respeitar o descanso de 24 horas após a prática intensa de exercício e manter uma dieta equilibrada.