No passado se achava que as atividades físicas deveriam ser interrompidas durante o tratamento de qualquer doença e que o repouso deveria ser priorizado, mas hoje em dia já se sabe que não é assim. A prática de exercícios é fundamental para melhorar a disposição, o corpo e a qualidade de vida do paciente.

Porém o exercício deve ser interrompido caso os movimentos provoquem dores ou fadiga, mas não fique totalmente de repouso, pois a falta de movimentação pode causar a perda funcional, atrofiamento muscular e ainda pode reduzir a amplitude dos movimentos.

O treino durante o tratamento deve ser montado com cuidado, respeitando a situação da doença de cada paciente e com a liberação do médico oncologista. Se os exercícios forem adequados poderá trazer benefícios, como:

  • Melhorar a capacidade física;
  • Aumentar o equilíbrio, diminuindo o risco de quedas e fraturas;
  • Evitar atrofiamento muscular;
  • Reduzir o risco de doenças cardíacas;
  • Melhorar o fluxo sanguíneo;
  • Manter o paciente independente no seu cotidiano;
  • Aumentar a autoestima;
  • Diminuir o risco de depressão;
  • Diminuir as náuseas;
  • Evitar a fadiga;
  • Controlar o peso.

Caso o paciente não goste ou não tenha o costume de ir à academia e praticar atividades físicas, insira no dia-a-dia pequenas atividades como caminhar pelo bairro, andar de bicicleta, brincar com as crianças, passear com o cachorro, entre outros. O importante é manter uma rotina de movimentação do corpo para manter a qualidade de vida e se sentir melhor durante o tratamento.